CISMAS l Uma questão de bom senso

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        O apelo agora vai para os vereadores e vereadora, uma vez que o executivo (letra minúscula por “n” motivos), com seu secretariado, nada fez.

        Talvez não leu e se leu, fez que não leu…talvez não se interessou, talvez não era importante, talvez vai deixar para a próxima administração, talvez não seja nenhuma prioridade, talvez…talvez…

        Talvez façam ouvidos moucos, vai se saber…

Pois bem, lá no mês de novembro, através da coluna Agenda, trouxe o problema do estacionamento oblíquo em nossas ruas, principalmente junto a Praça Ozy Teixeira, em frente as antigas Lojas Xavier, que é totalmente inadequado por ser estreito demais e incômodo para os seus usuários.

        Dois carros estacionados lado a lado, é quase impossível abrir a porta para descer e não encostar no carro vizinho.

        Sem dizer que os mais descuidados, acabam amassando a porta do outro carro vizinho.

        É mais do que evidente que quiseram aproveitar todo o espaço possível, mas, devo alertar aos “construtores” que a estratégia não funcionou, até piorou o que antes já era ruim.

        Naquela oportunidade eu exemplificava assim: Tomemos como exemplo uma camionete Amarok/Volkswagen: largura de 1,94m e comprimento de 5,25m… neste caso sair de uma utilitária dessas é impossível, e, se abrir a porta, certamente baterá na porta do carro vizinho, é óbvio e corre-se o risco de dar prejuízo ao proprietário do outro carro.”

Dirão que são poucos os que possuem uma Amarok… é apenas um exemplo para dimensionarem a largura de um veículo grande em um espaço mínimo, se é que entendem…”

Será que custaria muito refazer os cálculos da largura média dos veículos e repintar as faixas divisórias dos estacionamentos em oblíquo das ruas de Encruzilhada do Sul?

Apenas alguns centímetros a mais e o problema estaria solucionado, tenho certeza disso.

Talvez um ou dois lugares que se perca, mas facilitaria e muito para os proprietários dos veículos, deixando-os mais confortáveis para estacionar e para sair dos seus carros, visto o exíguo espaço que existe.

Se houve um estudo mais apurado para determinar este espaço entre os carros, se existe uma tese acadêmica, se um “bambambã” estudado e letrado afirmou que tem que ser assim, me perdoem, mas existe ali uma imperícia, um equívoco crasso, um erro que se prova na prática e, refuta-se qualquer réplica.

Usar do bom senso, ter sensibilidade aos reclames dos usuários, seria de muito bom alvitre, prezados vereadores e vereadora.

Quem sabe assim o executivo ouça a voz dos usuários através dos ditos representantes do povo, quem sabe…!?!

Nada está perdido

Errar é humano, todo mundo diz isso, contudo, reconhecer o erro e reparar o que precisa ser reparado, vem de pessoas de bom senso.

         Pensem nisso…

 

“Utilius tarde quam nunquam.”